Advertência aos leitores
Declaração de Princípios
Constituição
sábado, 29 de março de 2008
Remodelação
"Um Olhar Sobre a Plebe" encontra-se, neste momento, num decisivo período de mudança. O seu rumo histórico poderá ser decidido por esta sua ressurreição.
Mais fortes e melhor preparados que nunca, estaremos aqui para defender os ideais deste carismático blog.

Leitores! Não percam a esperança num mundo melhor! Os dias que se seguem serão difíceis, mas é o necessário para que as nossas hostes se acabem de munir e preparar para a batalha que se adivinha.
t. Até já!
Mais fortes e melhor preparados que nunca, estaremos aqui para defender os ideais deste carismático blog.
Leitores! Não percam a esperança num mundo melhor! Os dias que se seguem serão difíceis, mas é o necessário para que as nossas hostes se acabem de munir e preparar para a batalha que se adivinha.
t. Até já!
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
AK 47
Definitivamente uma boa arma. Definitivamente nada tem a ver com a plebe, à parte de esta a usar para matar e de outros a usarem para a matar a ela. Mas ainda menos a ver com o assunto deste blog vem o motivo pelo qual ponho a AK ao barulho: embora tenha demorado bastante tempo (cerca de dois meses) a conseguir escrever este post, por problemas de acesso ao blogspot, este é o único resultado de eleições que eu alguma vez decorei e, quiçá, decorarei: na Turquia, o partido AK venceu as eleições com 47% dos votos. Nesta vida há cada coincidência!
domingo, 8 de julho de 2007
Será?

Será que Joe Berardo também não muda de cuecas e meias?
E o coraçãozinho da lapela, tira-o de noite?
P.S.: Sr. Berardo, não é nada de pessoal. Como estamos em maré de as pessoas não aceitarem "comentários jocosos" achei por bem dizer-lhe que apenas escrevo sobre si porque há muito tempo que não escrevia nada e foi o primeiro tema que me veio à cabeça. Já agora, acho que os chineses são muito ao estilo benfiquista: muita quantidade e pouca qualidade, muitos sócios, mais uma vez sem ofensa, ralé, ou, como um antigo ditado português diz, muita parra e pouca uva. Enfim, se eu tivesse acções do Benfica, que não tenho porque nunca as acharia um bom investimento, vendia-as já aos chineses, até porque pagam melhor que o senhor.
terça-feira, 5 de junho de 2007
Angola é nossa
Continuando a onda das músicas, aqui vai mais uma (é só a segunda). Aproveito para lembrar que o botão play foi feito para alguma coisa e que, embora admita que certos factos possam ser ignorados por pessoas que não vêm política, todas as outras pessoas deviam ter um pouco mais de cultura geral e saber distinguir um poema de um hino e que era muito pouco provável que eu publicasse posts em italiano se não tivessem segundos significados. Fiquei muito desiludido penso que com o Nuno, por ter achado que era em latim. Seja como for, não consegui encontrar a letra desta música e por isso, para que não haja confusões, só pus o coiso para a ouvirem, que deve estar imediatamente abaixo deste post. É só carregar na seta para a frente.
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Giovinezza
Salve o popolo di eroi,
salve o Patria immortale,
son rinati i figli tuoi
con la fe' nell'ideale.
Il valor dei tuoi guerrieri
la virtù dei pionieri
la vision dell'Alighieri
oggi brilla in tutti i cuor.
Giovinezza, Giovinezza, primavera di bellezza
della vita nell'asprezza, il tuo canto squilla e va.
[Giovinezza, Giovinezza, primavera di bellezza del Fascismo è la salvezza per la nostra libertà.]
Dell'Italia nei confini
son rifatti gli Italiani,
li ha rifatti Mussolini
per la guerra di domani
Per la gloria del lavoro
per la pace e per l'alloro
per la gogna di coloro
che la Patria rinnegar.
Giovinezza, Giovinezza, primavera di bellezza
della vita nell'asprezza, il tuo canto squilla e va.
I poeti e gli artigiani
i signori e i contadini,
con orgoglio di Italiani
giuran fede a Mussolini.
Non v'è povero quartiere
che non mandi le sue schiere,
che non spieghi le bandiere
del fascismo redentor.
Giovinezza, Giovinezza, primavera di bellezza
della vita nell'asprezza, il tuo canto squilla e va.
________________________________________
Acabei de fazer uma apologia ao fascismo. Hi hi hi! Agora já me podem prender...
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Para um país pobre...
Sempre suspeitei que este indivíduo tinha a intenção de plebianizar à força o nosso país. Se não nos consegue por com mau gosto, maus modos e sem cultura, força-nos a não ter dinheiro para os cultivar.
terça-feira, 8 de maio de 2007
AllGarve
A verdadeira faceta maléfica desta que foi aparentemente apenas mais uma estupidez plebeia está desconhecida da maioria dos portugueses.Efectivamente, por trás do ar de plebeus inofensivos, os responsáveis por esta campanha pertencem às linhas da frente do exército plebeu que combatemos.
Não, eles não estavam simplesmente a descaracterizar o nosso país: Algarve significa, em Árabe, "o Ocidente". Efectivamente, para os mouros, o Algarve era a região Ocidental de Al-Andaluz, nome dado por estes senhores à nossa grandiosa península.
A estratégia maléfica destes senhores passaria por causar uma guerra com os Estados Unidos, uma vez que Portugal passaria a ter uma região chamada "Todo o Ocidente", parte em língua inglesa, parte em árabe. Todos sabemos que os americanos se consideram os verdadeiros e únicos ocidentais. Assim, e a juntar com misturar um termo da sua língua com um termo da língua falada pelos seus arqui-rivais muçulmanos, e para atingir tal objectivo semântico, considerar-se o nosso país como possuidor de "todo o Ocidente" causaria um bombardeamento nuclear por parte destes senhores que acabaria com os últimos bastiões da cruzada anti-plebeia que, como todos sabemos, tem as suas mais altas patentes a residir cá.
É certo que muitos plebeus seriam sacrificados, mas, tendo em conta que eles se reproduzem como coelhos, principalmente para os lados onde cresce gente com olhos em bico, e a forte imoralidade que governa os seus superiores, tal sacrifício seria ignorado. Felizmente, os nossos eficazes agentes secretos interceptaram o plano a tempo, não tendo os plebeus atingido os seus objectivos, tendo mesmo esta face maléfica do ocorrido passado praticamente despercebida na nossa sociedade.
De volta ao combate, para vencer!
Antes de mais, peço desculpa aos leitores e aos meus correlegionários nesta luta contra a injustiça social que é a igualdade social. No entanto, os problemas de agenda inerentes a qualquer cidadão do calibre social destes bravos cruzados contra as trevas da plebe impediram-me, por tempos, de ir à luta.
Nestes meses, muita coisa se passou. E muita coisa ficou por comentar, muitos ataques nos fez a plebe e que, mea culpa, passaram despercebidos, causando fortes baixas na integridade moral, senão física, dos nobres senhores deste país.
Porém, estou de volta e em forma, talvez melhor que nunca. Assim vou, antes de mais, por em dia muitos comentários a recentes acontecimentos do nosso país, mas que já não estão, talvez, na ordem do dia.
Meus senhores, coragem, que os três cavaleiros do Apocalipse plebeu estão de volta, para vencer mal que tem assolado o nosso mundo deste há tanto tempo. Ajudem-nos na nossa cruzada!
Nestes meses, muita coisa se passou. E muita coisa ficou por comentar, muitos ataques nos fez a plebe e que, mea culpa, passaram despercebidos, causando fortes baixas na integridade moral, senão física, dos nobres senhores deste país.
Porém, estou de volta e em forma, talvez melhor que nunca. Assim vou, antes de mais, por em dia muitos comentários a recentes acontecimentos do nosso país, mas que já não estão, talvez, na ordem do dia.
Meus senhores, coragem, que os três cavaleiros do Apocalipse plebeu estão de volta, para vencer mal que tem assolado o nosso mundo deste há tanto tempo. Ajudem-nos na nossa cruzada!
domingo, 22 de abril de 2007
Plebeus...fujam, nós voltamos!!!
Após 3 meses de descanso...voltamos ao activo. As primeiras postagens da segunda temporada terão inicio dia 23 de Abril...estamos a transbordar de episodios (com os nossos amigos plebeus) até lá...boa sorte, não se esqueçam de se proteger deles...eles andam aí.
Grande abraço João , Nuno e António
Grande abraço João , Nuno e António
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
Conclusão da 1ª edição de "Um olhar sobre a plebe"
Chega assim ao fim a primeira edição do nosso "Plebium". Abraço para todos!
Nuno, João, António
Nuno, João, António
A plebe nos assuntos dos nossos dias
Na ordem do dia anda o aborto!É inevitável falar do tema e o nosso blog não é excepção!
Digo desde já que assumo uma posição claramente negativa. Sou contra a liberalização. Contudo não vou aqui enumerar nenhumas razões para fundamentar a minha opinião pois essas têm sido enumeradas e explicadas nos inúmeros debates e campanhas que vêm sucedendo.
O objectivo deste post prende-se com a importante depositada na plebe para os destinos do país.
Plebe que é plebe não tem opinião pessoal, segue sempre o caminho mais fácil e simples. É demasiado influenciável por argumentos emotivos.
Em especial esta questão do aborto, que mexe com crianças, mulheres e sentimentos não pode estar dependente da opinião de pessoas sem estudos ou responsabilidade cívica. Sublinho, ou a plebe é educada ou é necessário voltar ao século XIX e eleger umas cortes para deliberarem pelo povo em geral.
Digo desde já que assumo uma posição claramente negativa. Sou contra a liberalização. Contudo não vou aqui enumerar nenhumas razões para fundamentar a minha opinião pois essas têm sido enumeradas e explicadas nos inúmeros debates e campanhas que vêm sucedendo.
O objectivo deste post prende-se com a importante depositada na plebe para os destinos do país.
Plebe que é plebe não tem opinião pessoal, segue sempre o caminho mais fácil e simples. É demasiado influenciável por argumentos emotivos.
Em especial esta questão do aborto, que mexe com crianças, mulheres e sentimentos não pode estar dependente da opinião de pessoas sem estudos ou responsabilidade cívica. Sublinho, ou a plebe é educada ou é necessário voltar ao século XIX e eleger umas cortes para deliberarem pelo povo em geral.
domingo, 4 de fevereiro de 2007
Fascismo nunca mais!
Efectivamente, depois de 30 anos de impingimento de que salazar era fascista e de que o fascismo era mau, de que o grito do Ipiranga dito à distância para os domínios ultramarinos portugueses em 1974 e do grito que é título deste post, depois de tanto antifascismo, Portugal nunca foi tão fascista.
Fascista no verdadeiro sentido da palavra; fascista italiano, à moda de Mussolini: estamos no reino dos Camisas Negras.
A famosa democracia está posta em causa quando a igualdade proclamada leva a que os portugueses se manifestem mais fascistas que o próprio ex-"ditador", extremando a sua posição ao vestuário. Será que deveriam ter o mesmo voto que eu? Temos aqui mais um apoio à tese defendida por este blog da limitação do direito ao voto. Efectivamente, nem todas as pessoas têm as qualidades necessarias para serem considerdas dignas de decidir sobre o futuro deste país. Será que alguém que vota em função das quantidades de canetas deve ter o mesmo direito ao voto que quem, efectivamente, vota em consciência no que acredita ser melhor para o país? Esta pergunta é, dirão todos, pertinente. Mas não será também e ainda mais pertinente perguntar se quem usa vestuário com símbolos extremistas, mesmo que não o saiba, especialmente quando não o sabe, como sejam t-shirts com a cara do Che Guevara estampada, ou fatos tipicamente fascistas, tem o mesmo direito ao voto que todos nós? Esta pergunta é efectivamente, a meu ver, deveras pertinente.
Eu sou da opinião de que não, não deveriam. Mas não me ouvem, porque neste país não ouvem quem traz as boas ideias. Ouvem antes quem usa as ditas camisas pretas, escolhem-nos mesmo para nossos governantes. lanço-lhes um desafio: encontrem-me um programa na nossa televisão, uma notícia num nosso telejornal, em que, aparecendo pessoas com fatos, não apareça no mínimo uma com um fato tipicamente fascista. Quando eles se unirem e pegarem num qualquer gordo de nome Bento, que escolheram para seu chefe, e o elevarem para o cargo de primeiro-ministro, não digam que eu não avisei...
Fascista no verdadeiro sentido da palavra; fascista italiano, à moda de Mussolini: estamos no reino dos Camisas Negras.
A famosa democracia está posta em causa quando a igualdade proclamada leva a que os portugueses se manifestem mais fascistas que o próprio ex-"ditador", extremando a sua posição ao vestuário. Será que deveriam ter o mesmo voto que eu? Temos aqui mais um apoio à tese defendida por este blog da limitação do direito ao voto. Efectivamente, nem todas as pessoas têm as qualidades necessarias para serem considerdas dignas de decidir sobre o futuro deste país. Será que alguém que vota em função das quantidades de canetas deve ter o mesmo direito ao voto que quem, efectivamente, vota em consciência no que acredita ser melhor para o país? Esta pergunta é, dirão todos, pertinente. Mas não será também e ainda mais pertinente perguntar se quem usa vestuário com símbolos extremistas, mesmo que não o saiba, especialmente quando não o sabe, como sejam t-shirts com a cara do Che Guevara estampada, ou fatos tipicamente fascistas, tem o mesmo direito ao voto que todos nós? Esta pergunta é efectivamente, a meu ver, deveras pertinente.
Eu sou da opinião de que não, não deveriam. Mas não me ouvem, porque neste país não ouvem quem traz as boas ideias. Ouvem antes quem usa as ditas camisas pretas, escolhem-nos mesmo para nossos governantes. lanço-lhes um desafio: encontrem-me um programa na nossa televisão, uma notícia num nosso telejornal, em que, aparecendo pessoas com fatos, não apareça no mínimo uma com um fato tipicamente fascista. Quando eles se unirem e pegarem num qualquer gordo de nome Bento, que escolheram para seu chefe, e o elevarem para o cargo de primeiro-ministro, não digam que eu não avisei...
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
Vocabulário
Numa sociedade pluralista, temos de nos saber compreender uns aos outros. Assim, proponho-me elaborar, com a minúcia própria de um trabalho que se quer cientificamente correcto, um dicionário Português-português e português-Português, para que possamos compreender facilmente a nossa plebe, e também fazermo-nos compreender melhor por ela.
Darei também algumas notas explicativas, pois as divergências entre o nosso Português e este dialecto são tais que faltará sempre alguma tradução, porquanto, muitas vezes, as variações se tornem semelhantes dentro de um certo grupo morfológico, ou até tamanho da palavra. Para começar, temos os estrangeirismos, especialmente os francesismos; regra geral: quando existe uma palavra portuguesa, o plebeu usa a francesa (por vezes, correctamente), mas quando apenas existe o termo francês, tende a aportuguesá-lo. Ora vejamos
Português----------------------------------------------------português
gabardine---------------------------------------------------gabardina
garagem--------------------------------------------------------garage
roupão-------------------------------------------robe(a parte do -de-nuit é excluída, gerando confusão com francês para vestido-robe)
tenhamos---------------------------------------------------tenha-mos
tenha-mos---------------------------------------------------tenhamos
não me dês-------------------------------------------------não dês-me
que me deste---------------------------------------------que deste-me
mousse----------------------------------------------------------musse
beige--------------------------------------------------------------bêge
barragem-------------------------------barrage(em nítida confusão com a gíria do desporto equestre)
haver-de---------------------------------------------------------hadar
dever---------------------------------------------------------dever-de
antes-----------------------------------------------------a prior (sem o ultimo i)
depois---------------------------------------------------------a posterior(idem)
catarro----------------------------------------preferência dada ao termo técnico expecturação
houver------------------------------------------------------------hajar
euros--------------------------------------------------------------oiros
almoço/jantar---------------------------------------------------o comer
vinho--------------------------------------------------------------pinga
marron glacé----------------------------------------------marron glacê
compras (ir às)-------------------------------------------turismo (fazer)
museu--------------------------------------------------------------seca
bancos-------------------------------------------------chupistas do ca*****
finanças-----------------------------------------------------------idem
ladrão-------------------------------------------------------------herói
Gaia--------------------------------------------------Vila Nova de Gaia
X--------------------------------------------------------Vila Nova de X
tu foste/vós fostes---------------------------------------------tu fostes
Darei também algumas notas explicativas, pois as divergências entre o nosso Português e este dialecto são tais que faltará sempre alguma tradução, porquanto, muitas vezes, as variações se tornem semelhantes dentro de um certo grupo morfológico, ou até tamanho da palavra. Para começar, temos os estrangeirismos, especialmente os francesismos; regra geral: quando existe uma palavra portuguesa, o plebeu usa a francesa (por vezes, correctamente), mas quando apenas existe o termo francês, tende a aportuguesá-lo. Ora vejamos
Português----------------------------------------------------português
gabardine---------------------------------------------------gabardina
garagem--------------------------------------------------------garage
roupão-------------------------------------------robe(a parte do -de-nuit é excluída, gerando confusão com francês para vestido-robe)
tenhamos---------------------------------------------------tenha-mos
tenha-mos---------------------------------------------------tenhamos
não me dês-------------------------------------------------não dês-me
que me deste---------------------------------------------que deste-me
mousse----------------------------------------------------------musse
beige--------------------------------------------------------------bêge
barragem-------------------------------barrage(em nítida confusão com a gíria do desporto equestre)
haver-de---------------------------------------------------------hadar
dever---------------------------------------------------------dever-de
antes-----------------------------------------------------a prior (sem o ultimo i)
depois---------------------------------------------------------a posterior(idem)
catarro----------------------------------------preferência dada ao termo técnico expecturação
houver------------------------------------------------------------hajar
euros--------------------------------------------------------------oiros
almoço/jantar---------------------------------------------------o comer
vinho--------------------------------------------------------------pinga
marron glacé----------------------------------------------marron glacê
compras (ir às)-------------------------------------------turismo (fazer)
museu--------------------------------------------------------------seca
bancos-------------------------------------------------chupistas do ca*****
finanças-----------------------------------------------------------idem
ladrão-------------------------------------------------------------herói
Gaia--------------------------------------------------Vila Nova de Gaia
X--------------------------------------------------------Vila Nova de X
tu foste/vós fostes---------------------------------------------tu fostes
domingo, 28 de janeiro de 2007
Desvaneios Totais I -"O canto do cisne"
É disto que eu quero falar e tal vez perceber o quão isto é tão estúpido e talvez seja por isso que falo aqui sem nexo nenhum, era mais importante estar a fazer um bolo do que estar a dizer aquilo mas aquilo é o nada e o tudo, aquilo corresponde à verdade e o dogmatismo dele não faz sentido nenhum, o cepticismo aborda tudo ou nada, mas talvez o meio-termo seja mais engraçado…
Sem querer fazer despojar aquele que fez aquilo, isto em quanto é isto vai permanecer aquilo que é, e não sendo verdade ou talvez mentira, a afrontosa sorte vai receber as flechas do azar, sendo assim chove e a chuva queima e pica, porque sim.
O nada e o tudo divergem no infinito e é o infinito que foge, o infinito é burro na medida em que cheira mal, o odor dele é cavalo e o cavalo vira peixe, os caçadores de peixes, os banqueiros, andam ali.
Vós faredes o que me apetecer e prontos, é assim que tem que ser, é assim que é. O cavalo virou baleia e as flechas…máquinas de calcular, o submarino ficou preso numa palmeira e o ovo estrelado não sabe falar, alguém tem que o ensinar a jogar as cartas.
Caneta azul, verde e vermelha. Porquê? Não sei. Mas daqueles que eu vou falar …vai ser de rir, eles dizem, falam e mandam, na verdade não falam ,vomitam palavras e na verdade não mandam, são estúpidos e inúteis, úteis talvez mas isso já é outro peixe.
Quando a cabeça dói o peixe ladra, o cão está com as patas inflamadas e o gato esta com as guelras vermelhas, porquê?...A culpa é deles, daqueles que são plebeus.
Paredes brancas ao fundo do túnel, maquinas de calcular a saltar, que coisa tão séria. É nos textos em que as coisas falam, e os bichos se transformam que aquilo é triste…e alegre. Por ventura nada tem a haver com nada, e nada tem sentido, tem sentido o nada, mas o tudo sobre põem-se ao nada, o meio-termo tem a mania que, prontos mas ninguém é imperfeito. Chouriço espanhol doce com banana e chocolate, papel, rato, nojo , porcaria. È giro . É engraçado. É estúpido. È plebe.
Sem querer fazer despojar aquele que fez aquilo, isto em quanto é isto vai permanecer aquilo que é, e não sendo verdade ou talvez mentira, a afrontosa sorte vai receber as flechas do azar, sendo assim chove e a chuva queima e pica, porque sim.
O nada e o tudo divergem no infinito e é o infinito que foge, o infinito é burro na medida em que cheira mal, o odor dele é cavalo e o cavalo vira peixe, os caçadores de peixes, os banqueiros, andam ali.
Vós faredes o que me apetecer e prontos, é assim que tem que ser, é assim que é. O cavalo virou baleia e as flechas…máquinas de calcular, o submarino ficou preso numa palmeira e o ovo estrelado não sabe falar, alguém tem que o ensinar a jogar as cartas.
Caneta azul, verde e vermelha. Porquê? Não sei. Mas daqueles que eu vou falar …vai ser de rir, eles dizem, falam e mandam, na verdade não falam ,vomitam palavras e na verdade não mandam, são estúpidos e inúteis, úteis talvez mas isso já é outro peixe.
Quando a cabeça dói o peixe ladra, o cão está com as patas inflamadas e o gato esta com as guelras vermelhas, porquê?...A culpa é deles, daqueles que são plebeus.
Paredes brancas ao fundo do túnel, maquinas de calcular a saltar, que coisa tão séria. É nos textos em que as coisas falam, e os bichos se transformam que aquilo é triste…e alegre. Por ventura nada tem a haver com nada, e nada tem sentido, tem sentido o nada, mas o tudo sobre põem-se ao nada, o meio-termo tem a mania que, prontos mas ninguém é imperfeito. Chouriço espanhol doce com banana e chocolate, papel, rato, nojo , porcaria. È giro . É engraçado. É estúpido. È plebe.
Ontem fui ao cinema..................
Quem me conhece sabe que eu adoro cinema. Entre todas as artes é a que me interessa mais. E é por isso que me dá pena que o cinema esteja tão banalizado. Por que é que qualquer um pode ir ao cinema?Desculpem mas há olhos que são indignos de assistir a tão grandes trabalhos. Bem sei que são eles, com os seus bilhetes, que pagam os trabalhos. Mas pelo menos façam cinemas para a plebe e cinemas para as pessoas normais. Já repararam que sempre que alguém quer ir ao cinema tem que se misturar com essa gente??? No teatro ou nos museus não é assim. Eu sei que esses lugares não têm tanto público mas é essa exclusividade que os torna especiais.
Porque será que sempre que vou ao cinema tenho que aturar aquelas filas, aquele barulho, a pancada que vi ontem?Porquê?
E os actores? Será que merecem que pessoas que se comportam como animais na sociedade tenham a possibilidade de ver e avaliar os seus trabalhos?
Empresas cinematográficas façam algo rapidamente..................................
Porque será que sempre que vou ao cinema tenho que aturar aquelas filas, aquele barulho, a pancada que vi ontem?Porquê?
E os actores? Será que merecem que pessoas que se comportam como animais na sociedade tenham a possibilidade de ver e avaliar os seus trabalhos?
Empresas cinematográficas façam algo rapidamente..................................
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
"Dinheiro&Vida" - Os destinos paradisíacos de ferias
Partilho aqui com vocês a segunda edição do semanário "Dinheiro&Vida". Esta edição é dedicada aos requintados e fabolosos destinos de férias da plebe.
A plebe em geral não tem dinheiro e não tem gosto. Por isso não tem grande margem de escolha para os seus periodos de descanso.
Muitos viajam para a conhecida "terrinha", visitam a família, comem e bebem como "abades" e participam nos eventos rurais.
Outros pelo contrário não têm gosto e escolhem os locais mais inimagináveis como praias que com más condições, maus hóteis ou por exemplo estâncias de neve sem qualidade.
Há ainda outros que procuram ir para o mesmo local dos ricos e não-plébicos mas apesar de estarem no mesmo lugar, estão á parte. Os não-plébicos frequentam hóteis, barcos e casinos. A plebe pernoita em apartamentos alugados, frequenta cafés e bares de má qualidade. Os não-plébicos jogam golf, ténis ou praticam desportos aquáticos. A plebe não joga nada. Apesar de estarem nos mesmos locais continuam absolutamente separados.
A plebe procura apenas sentir um pouco do não plebismo neste caso.
Há ainda o caso daqueles que passam férias numa roulotte num parque de campismo. Como é possivel passar férias num sitio minusculo e sem condições, conforto ou privacidade. Não eram as férias momentos para descansar e relaxar? Enfim..................................a plebe tem destas coisas.
A plebe em geral não tem dinheiro e não tem gosto. Por isso não tem grande margem de escolha para os seus periodos de descanso.
Muitos viajam para a conhecida "terrinha", visitam a família, comem e bebem como "abades" e participam nos eventos rurais.
Outros pelo contrário não têm gosto e escolhem os locais mais inimagináveis como praias que com más condições, maus hóteis ou por exemplo estâncias de neve sem qualidade.
Há ainda outros que procuram ir para o mesmo local dos ricos e não-plébicos mas apesar de estarem no mesmo lugar, estão á parte. Os não-plébicos frequentam hóteis, barcos e casinos. A plebe pernoita em apartamentos alugados, frequenta cafés e bares de má qualidade. Os não-plébicos jogam golf, ténis ou praticam desportos aquáticos. A plebe não joga nada. Apesar de estarem nos mesmos locais continuam absolutamente separados.
A plebe procura apenas sentir um pouco do não plebismo neste caso.
Há ainda o caso daqueles que passam férias numa roulotte num parque de campismo. Como é possivel passar férias num sitio minusculo e sem condições, conforto ou privacidade. Não eram as férias momentos para descansar e relaxar? Enfim..................................a plebe tem destas coisas.
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
Mecânico, contabilista, engraxador ou jardineiro! - Qual a profissão mais nobre?
Está aos olhos de todos que existem profissões caracteristicas da plebe! Não é por serem menos bem remuneradas ou menos importantes mas são as profissões clássicas que parecem até que foram criadas de propósito para esta nossa estimada classe social. Para além das profissões já referidas no título vamos do camionista ao talhante, do canalizador ao cangalheiro.
Contudo e apesar de todas estas profissões há uma que se destaca de todas as outras por demonstrar exactamente a plebe e todo o ambiente que a rodeia. Falo claro dos taxistas. É para mim a mais nobre das profissões.Essa bela profissão de conduzir os outros aos mais variados sítios. Antigamente as pessoas eram transportadas em gôndolas e carroças. Hoje em dia cada taxista tem o seu próprio e estimado automóvel. Seu é como quem diz pois muitos pertencem a empresas.
O taxista passa grande parte do seu dia no seu taxi, tendo ele que ser portanto adequado e confortável para si. Não há taxi que não tenho os seus tercinhos, as iniciais do condutor estampadas, um "pirilampo mágico", uma protecção para o assento para proteger a coluna e um cheiro absolutamente indiscritivel.............ok, aqui estou a exagerar, há alguns taxis que não são assim, que vê-se que são arejados e tratados. Contudo há outros em que já entrei que digo-vos pareciam piores que a casota do meu cão! Mesmo!! Primeiro tinham pelo menos trinta anos, depois tinham aquele cheiro a mistura de tabaco com água de colónia barata e gasolina queimada, depois tinham também os estofos e as portas todas desfeitas e por último ostentavam um condutor que tornava possivel perceber o estado do taxi. Sim porque há condutores e condutores! Há motoristas e taxistas! E aqui falo daqueles que usam uma camisa ás cores muito anos 70 com os fios de ouro os pêlos do feito de fora, que têm um bigode tão cerrado que não deixa que se lhes veja a boca, que durante a viajem que a vida deles e do bairro onde habitam toda e ainda que têm a unha do dedo mindinho por cortar há muito tempo para coçar sabe-se lá o quê....................
Este taxistas são os perigosos, não pelo sua condução(talvez também por vezes) mas pelo risco de as pessoas apanharem plebicite aguda por estarem tão perto deles. Aconselho todo e qualquer não-plebeu a não entrar nos taxis conduzidos por estes taxitas com o risco de nunca mais sair.................................................................vivo
Contudo e apesar de todas estas profissões há uma que se destaca de todas as outras por demonstrar exactamente a plebe e todo o ambiente que a rodeia. Falo claro dos taxistas. É para mim a mais nobre das profissões.Essa bela profissão de conduzir os outros aos mais variados sítios. Antigamente as pessoas eram transportadas em gôndolas e carroças. Hoje em dia cada taxista tem o seu próprio e estimado automóvel. Seu é como quem diz pois muitos pertencem a empresas.
O taxista passa grande parte do seu dia no seu taxi, tendo ele que ser portanto adequado e confortável para si. Não há taxi que não tenho os seus tercinhos, as iniciais do condutor estampadas, um "pirilampo mágico", uma protecção para o assento para proteger a coluna e um cheiro absolutamente indiscritivel.............ok, aqui estou a exagerar, há alguns taxis que não são assim, que vê-se que são arejados e tratados. Contudo há outros em que já entrei que digo-vos pareciam piores que a casota do meu cão! Mesmo!! Primeiro tinham pelo menos trinta anos, depois tinham aquele cheiro a mistura de tabaco com água de colónia barata e gasolina queimada, depois tinham também os estofos e as portas todas desfeitas e por último ostentavam um condutor que tornava possivel perceber o estado do taxi. Sim porque há condutores e condutores! Há motoristas e taxistas! E aqui falo daqueles que usam uma camisa ás cores muito anos 70 com os fios de ouro os pêlos do feito de fora, que têm um bigode tão cerrado que não deixa que se lhes veja a boca, que durante a viajem que a vida deles e do bairro onde habitam toda e ainda que têm a unha do dedo mindinho por cortar há muito tempo para coçar sabe-se lá o quê....................
Este taxistas são os perigosos, não pelo sua condução(talvez também por vezes) mas pelo risco de as pessoas apanharem plebicite aguda por estarem tão perto deles. Aconselho todo e qualquer não-plebeu a não entrar nos taxis conduzidos por estes taxitas com o risco de nunca mais sair.................................................................vivo
Alguém lhes escolha as gravatas!

Já não peço aos portugueses que passem a eleger para os cargos políticos gente decente, nem que os que são escolhidos tentem adaptar os seus (maus) gostos à responsabilidade do cargo que ocupam, tentando não dar uma imagem folclórica do nosso país, nem sequer que escolham uma bandeira menos sub-tropical para o nosso país que se quer Europeu. Mas, pelo menos, que contratem alguém que lhes escolha as gravatas!
Certamente já todos repararam na gravata dourada do nosso presidente, nas peço que observem também esta óptima imagem onde a primeira e a terceira pessoas do estado se encontram, respectivamente, com uma gravata verde-alface e azul-fitas-de-prendas-de-natal.
domingo, 14 de janeiro de 2007
"Cada macaco em seu galho"
A plebe mostrou mais uma vez a sua raça e a sua predominância face à restante população, assim como que o American Dream está cada vez mais presente, não com um carro por cada família, mas pelo menos um computador.
Como já era de prever, entre os 100 mais votados no concurso Grandes Portugueses, promovido pela RTP, não se encontram apenas "Aqueles que por obras valerosas/Se vão da lei da morte libertando", e que dariam para preencher quinhentas destas listas, mas que predominam jogadores de futebol, loucos (vide: companheiro Vasco), assassinos (Otelo, o f.p.25). Mais uma vez se vê, também, que a plebe tem memória curta, pelo predomínio de personalidades do século XX. Prontamente apresentarei uma lista contendo as voltas que deram no caixão tantos grandes portugueses, quando se viram atrás do Vitor Baía ou do Afonso Costa, referindo apenas os nomes incluídos na lista, já que a lista incluiria milhões de nomes que, não estando presentes na lista, nem merecendo estar, estariam lá com mais justiça do que os que lá se encontram.
Com votos de rápida desplebificação, me despeço
Como já era de prever, entre os 100 mais votados no concurso Grandes Portugueses, promovido pela RTP, não se encontram apenas "Aqueles que por obras valerosas/Se vão da lei da morte libertando", e que dariam para preencher quinhentas destas listas, mas que predominam jogadores de futebol, loucos (vide: companheiro Vasco), assassinos (Otelo, o f.p.25). Mais uma vez se vê, também, que a plebe tem memória curta, pelo predomínio de personalidades do século XX. Prontamente apresentarei uma lista contendo as voltas que deram no caixão tantos grandes portugueses, quando se viram atrás do Vitor Baía ou do Afonso Costa, referindo apenas os nomes incluídos na lista, já que a lista incluiria milhões de nomes que, não estando presentes na lista, nem merecendo estar, estariam lá com mais justiça do que os que lá se encontram.
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